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IGP-M apresenta recuo no mês de junho

Queda dos valores da inflação.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou deflação de 1,95% na primeira prévia de junho, vindo de baixa de 1,13% na mesma leitura do mês anterior e de recuo de 1,84% no encerramento dele, informou o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

Com peso de 60%, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) cedeu 2,74% na primeira medição do mês (ante queda de 1,74% na de maio).

No mesmo período, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M), que representa 30% do IGP-M, teve variação negativa de 0,30% (vindo de aumento de 0,64%).

Com os 10% restantes, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) subiu 0,72% nessa leitura (após incremento de 0,10%).

A deflação de 1,95% do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) na primeira prévia de junho pode ter alguns impactos no mercado imobiliário de 2023. No entanto, é importante ressaltar que o mercado imobiliário é influenciado por uma variedade de fatores, e a deflação do IGP-M é apenas um deles.

Para a segunda prévia de junho, cedeu 1,78% após queda de 1,50% na mesma leitura de maio, informou nesta terça-feira (20) a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O movimento foi puxado por mais um recuo na margem do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M), de 2,58%, ante declínio de 2,21% no mesmo período em maio.

Nesta leitura, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) também teve deflação, de 0,30%, após alta de 0,54% na segunda prévia do mês anterior.

Em contrapartida, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) acelerou a 1,31%, após alta de 0,02% em maio.

Por isso, separamos algumas informações sobre os impactos gerados por esses recuos.

E para saber mais sobre como esses índices podem influenciar no mercado imobiliário, clique aqui e aqui.

Redução dos custos de financiamento

A deflação do IGP-M pode levar a uma redução dos custos de financiamento imobiliário. Isso ocorre porque muitos contratos de aluguel e financiamento imobiliário estão vinculados ao índice, e uma deflação pode resultar em uma diminuição dos valores a serem pagos.

Estímulo à compra de imóveis

A queda nos preços pode incentivar potenciais compradores a entrar no mercado imobiliário. Quando os preços estão em declínio, as pessoas podem ver a oportunidade de adquirir propriedades a preços mais baixos, o que pode impulsionar a demanda.

Ajustes de contratos de locação

A deflação do IGP-M também pode ter implicações para os contratos de locação. Em geral, o índice é usado para reajustar os valores dos aluguéis anualmente. Com a deflação, os proprietários podem ter que reduzir os valores de locação em conformidade.

Variação de oferta e demanda

A deflação do IGP-M pode afetar a oferta e a demanda no mercado imobiliário. Os proprietários podem adiar a venda de imóveis na esperança de preços mais altos no futuro, o que pode levar a uma redução temporária da oferta. Por outro lado, os compradores podem esperar por preços ainda mais baixos antes de fazerem uma compra, o que pode reduzir a demanda.

É importante ressaltar que esses impactos podem variar dependendo de outros fatores econômicos e políticos que possam influenciar o mercado imobiliário em 2023. Além disso, o IGP-M é apenas um índice de inflação utilizado como referência no setor imobiliário, e existem outros índices que podem ter efeitos diferentes. Portanto, é essencial acompanhar outras tendências e indicadores para obter uma visão mais completa do mercado imobiliário.

Fonte: https://valor.globo.com/brasil/ e https://www.cnnbrasil.com.br/economia

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